Do requisito ao deploy, com metodo + cockpit + infra propria. Sem inflar o time.
Cockpit = ferramentas + automacoes + playbook para executar com previsibilidade.
Handoffs, alinhamentos infinitos e ruído de comunicação.
Cada parte do processo vive em um lugar isolado.
Qualidade vira sorte quando a operação é manual.
Processos + ferramentas + infraestrutura para um dev operar a esteira completa com assistência de IA.
Transforme contexto em specs acionáveis: PRDs, user stories, critérios de aceite e documentação viva.
Mockups e fluxos para reduzir retrabalho e acelerar validação com stakeholders.
Código e commits com estrutura: padrões de arquitetura, PRs consistentes e revisão eficiente.
Cobertura, QA e checagens de segurança integradas ao fluxo — qualidade deixa de ser sorte.
Esteira CI/CD e deploy confiável para colocar valor em produção com rapidez.
Logs, métricas e alertas para entender o sistema, reduzir incidentes e orientar próximos passos.
Eu gosto de usar a aviação como metáfora porque ela mostra, com clareza, como a tecnologia muda o trabalho — sem eliminar a responsabilidade.
Durante décadas, um avião precisava de 4 ou 5 pessoas no cockpit para cumprir uma missão com segurança. Hoje, com automação, sensores e software, dois pilotos dão conta de uma operação muito mais complexa. E mesmo com o avião capaz de voar de ponto A a ponto B quase sozinho, ninguém sério confunde isso com ‘não precisa de piloto’. Pelo contrário: quanto mais tecnologia, mais importante é ter um operador com visão, contexto e um painel que centralize decisões.
Em software, estamos vivendo a mesma virada.
A IA aumentou drasticamente a capacidade de execução. Em muitos casos, já não faz sentido escalar times enormes para produzir o mesmo volume de entrega. O problema é que reduzir equipe sem mudar o sistema de produção só troca o gargalo de lugar: vira caos de contexto, ferramentas desconectadas, retrabalho e deploy virando tormento.
Foi por isso que na Typewith a gente criou o Cockpit do Dev.
Um jeito de trabalhar — e um conjunto de ferramentas e infraestrutura — que dá ao desenvolvedor uma experiência de ‘cockpit’: visibilidade, padronização e controle para operar a esteira inteira, do requisito ao protótipo, do código ao deploy, com qualidade e previsibilidade.
Na prática, isso redefine o que ‘full-stack’ significa. Não é só front e back. É full-cycle: entregar, operar e evoluir software como um sistema vivo.
Porque no fim, tecnologia não substitui a responsabilidade. Ela amplia a capacidade de quem sabe operar. E é isso que a gente vende: um cockpit para produzir software com menos fricção, mais velocidade e mais controle.
Seu Nome
Fundador, Typewith
Sua operação não roda no vácuo. Temos infraestrutura de servidores em São Paulo e Belo Horizonte otimizada para que o Dev Cockpit extraia performance máxima do seu time e do seu código. É o chassi que sustenta a velocidade que você precisa.
Fintech X
Refatoração de legado para microsserviços com deploy automatizado.
SaúdeCorp
Arquitetura resiliente para suportar picos de acesso durante campanhas.
RetailApp
Novo app nativo com ciclo de release semanal e testes automatizados.
Roberto Almeida
CTO, TechLog
Flexibilidade para começar pequeno e escalar com controle.
Para projetos focados ou manutenção evolutiva.
Velocidade para produtos em crescimento.
Escale a capacidade conforme a necessidade.
Não necessariamente. O Cockpit funciona como uma extensão de capacidade e padronização. Se você já tem um time, ele ganha superpoderes. Se não tem, nós somos o time.
Entenda como ativar uma operacao full-cycle com metodo, cockpit e qualidade de entrega.